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Novos caminhos estão na retomada da importância humana, da sua criatividade e na aceitação de imperf

O sentimento de segurança, estabilidade e solidez não fazem mais parte das nossas vidas. A palavra-chave é desorientação, em todas as esferas. Mesmo diante tantos avanços, temos um modelo de cultura que não sabe lidar com tanta complexidade. O pensamento é sobre o agora, mas foi escrito em 2019, no livro O mundo ainda é jovem: conversas sobre o futuro próximo. A tecnologia ainda não nos trouxe maior tranquilidade e transparência; as informações disponíveis nem sempre são confiáveis, apesar de produção científica; o mundo continua com desigualdade e analfabetismo; e as métricas financeiras não trazem mais longevidade para as empresas, marcas e serviços. Além disso, estamos no centro de uma p

Líder Transformador para Tempos de Pandemia:

Dentre as várias crises que a COVID-19 deflagrou, a que venho me referir aqui nestas reflexões é a crise da liderança. Percebo diante deste cenário, que o mundo como um todo, está carente de líderes e que nas empresas, nos negócios e nas organizações, a arte de liderar terá mais do que nunca um papel essencial. Em tempos de crises ou catástrofes como guerras, furacões, ataques terroristas, a liderança assume um papel essencial: aceitação do inevitável por um lado e ações rápidas e conscientes, por outro. A COVID-19 apenas tornou transparente aquilo que já existia: lideranças calcadas em modelos antigos e militaristas, focadas no econômico em detrimento do bem estar coletivo. Me chamou muito

Liderança ambidestra é a chave para inovação e gestão de equipes a distância.

O isolamento social como forma de prevenir o avanço do Covid-19 tirou da gaveta o plano de inovação de muitas empresas. Afinal, existe a falsa premissa de que para criar algo novo é preciso abandonar o passado. Mas, as empresas ambidestras surgiram para mostrar que é possível combinar processos e resultados do dia a dia, com a implementação de projetos de inovação, de forma simultânea. O responsável por essa transformação dentro das empresas é o líder ambidestro, capaz de trabalhar de forma híbrida e conduzir equipes criativas e colaborativas, mas também focadas em processos, eficiência e aprimoramento das entregas. Esta habilidade se tornou ainda mais necessária com a maioria das empresas t

Por que competir por novos talentos é um erro

Até agora, a reação das empresas tem sido travar uma guerra por talentos — ou seja, comprá-los ou roubá-los, em vez de capacitar seus empregados. Ao competir para preencher os cargos, muitos estão dispostos a gastar bilhões em recrutamento (ou roubar esses talentos de seus concorrentes), embora relutem em treinar os seus funcionários ou aqueles que ainda não têm qualificação; talvez por receio de que seus concorrentes possam contratá-los assim que estiverem capacitados. O gasto por funcionário (em média, de aproximadamente US$1 mil por ano) é apenas uma fração do custo de contratação (que muitas estimativas indicam ser em torno de US$ 4 mil). Contudo, embora o investimento em treinamento por

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